fuck funk
funk funk
fuck funk
funk funk
fuck funk funk
fuck funk
funk fuck fuck fuck
funk funk
fun-fun-fun-funk fuck
fu-fu-fu-fuck
fuck funk
funk funk
fuck funk
funk funk
fuck funk funk...
fu-fu-fu-fu-fuck funk funk funk fu...
...vvvvvvvvvvvvvvvvvvv
vvvvvvvvvvvvvvvvvvv...
fuck funk funk fuck
fuck funk funk fuck
fu-fu-fu-fuck funk
funk fuck
...vvvvvvvvvvvvvvvvvvv
vvvvvvvvvvvvvvvvvvv...
R.Braga Herculano.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
VAYA-WOO
Vaya woo vaya woo
Habla wah Shangri-Lah
Deing-doing blah blah yeah
The nothing can be a different life.
Stopped and dropped
The driving rain cries to me
at the mercy act
Violinely and blindly
and sharply
and catastrophically
Ray followed the fellow light
Hazed with the unknown
Mixed with the yeah yeah and no no.
Blendered with a pick
With a lick
With a kiss
With a lip
With a meat into the chopper.
Surreal,
amazing,
grooviest,
Abstract,
factorial,
new dream,
new hi,
new sun,
new soul,
new son,
new sound,
new written
Oozed by the chimneys
Escapade zone
Forever to not be a mad man anymore!
R.Braga Herculano.
Habla wah Shangri-Lah
Deing-doing blah blah yeah
The nothing can be a different life.
Stopped and dropped
The driving rain cries to me
at the mercy act
Violinely and blindly
and sharply
and catastrophically
Ray followed the fellow light
Hazed with the unknown
Mixed with the yeah yeah and no no.
Blendered with a pick
With a lick
With a kiss
With a lip
With a meat into the chopper.
Surreal,
amazing,
grooviest,
Abstract,
factorial,
new dream,
new hi,
new sun,
new soul,
new son,
new sound,
new written
Oozed by the chimneys
Escapade zone
Forever to not be a mad man anymore!
R.Braga Herculano.
SUPER-EGO
A razão inventada e distribuída aos cegos de alma eu não quero.
Eu não quero ser o lúcidozinho conformado.
Eu quero ser o doido temido, incompreendido
eu quero ser o que continua sonhando,
não um sonho já sonhado.
Quero eu mesmo tragar minhas emoções
vou cuspir depois as nuvens na cara dos que não amam.
Sou o intransávelo intransitivo
mais que um organismo vivo
aquele que é capaz de destruir e reconstruir se não conseguir retificar.
Eu sou um ponto de interrogação?
Eu sou o único ovo rosado dessa cartelinha?
Eu sou aquele x que querem porque querem me fazer imexível?
Tarde...
Eu já talhei meu rosto no coração dos distraídos
eles me viram e pesadelarão por todo o sempre.
Amém.
Eu não quero ser o lúcidozinho conformado.
Eu quero ser o doido temido, incompreendido
eu quero ser o que continua sonhando,
não um sonho já sonhado.
Quero eu mesmo tragar minhas emoções
vou cuspir depois as nuvens na cara dos que não amam.
Sou o intransávelo intransitivo
mais que um organismo vivo
aquele que é capaz de destruir e reconstruir se não conseguir retificar.
Eu sou um ponto de interrogação?
Eu sou o único ovo rosado dessa cartelinha?
Eu sou aquele x que querem porque querem me fazer imexível?
Tarde...
Eu já talhei meu rosto no coração dos distraídos
eles me viram e pesadelarão por todo o sempre.
Amém.
PHILIP MORRIS
Eu viajo obcecado nos vagões esperando o ano terminar
os meus olhos fazem isolar meu pensamento ao além das serras
céu policromático,
ausência de vapores
e o requetreque-estriteque eletrificado e precário.
Talvez aqui se viva feliz
porque não se vê quase ninguém
e tudo tem mais valor quando se está em extinção.
São centenas de pessoas solitárias circulando sentadas nessa lata de sardinha
esperando pelo quê?
O que mais quero a ponto de anseio
é ficar tranquilo com você
mas o problema é que você é criação minha,
esboço em meio a raiva
da estupidez de meus próximos.
E você some tem horas
como nicotina diluindo-se na atmosfera.
R.Braga Herculano.
os meus olhos fazem isolar meu pensamento ao além das serras
céu policromático,
ausência de vapores
e o requetreque-estriteque eletrificado e precário.
Talvez aqui se viva feliz
porque não se vê quase ninguém
e tudo tem mais valor quando se está em extinção.
São centenas de pessoas solitárias circulando sentadas nessa lata de sardinha
esperando pelo quê?
O que mais quero a ponto de anseio
é ficar tranquilo com você
mas o problema é que você é criação minha,
esboço em meio a raiva
da estupidez de meus próximos.
E você some tem horas
como nicotina diluindo-se na atmosfera.
R.Braga Herculano.
TRASLADADO
Satélites, digam que morri!
Não me procurem porque daqui para frente é como se jamais estive aqui!
Mas antes fui abduzido para um universo desconhecido, sabe?
Aquele que vocês acreditam não existir.
Perdem tempo com Google Earth
eles são tão burros quanto binóculos sem olhos
e o observador cadê?
"oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui"
telegrama do adeus verdadeiro
me chamaram para uma conferência no abismo
me chamaram para assumir um posto além da exosfera
me chamaram e todos que respiram ar não me entenderão.
Perdem tempo com Google Earth
Eles são tão burros quanto binóculos sem olhos
e o observador cadê?
R.Braga Herculano
Não me procurem porque daqui para frente é como se jamais estive aqui!
Mas antes fui abduzido para um universo desconhecido, sabe?
Aquele que vocês acreditam não existir.
Perdem tempo com Google Earth
eles são tão burros quanto binóculos sem olhos
e o observador cadê?
"oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui oui"
telegrama do adeus verdadeiro
me chamaram para uma conferência no abismo
me chamaram para assumir um posto além da exosfera
me chamaram e todos que respiram ar não me entenderão.
Perdem tempo com Google Earth
Eles são tão burros quanto binóculos sem olhos
e o observador cadê?
R.Braga Herculano
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
INNER
Com brio veja-te dentro
e não deixe escorrer dos olhos a essência de teu ser.
Aspire o azul verdadeiro
e deságue nos confins da eternidade que habita em ti.
Ala-te ao Invisível
e siga o sopro vivo que virá.
R.Braga Herculano.
e não deixe escorrer dos olhos a essência de teu ser.
Aspire o azul verdadeiro
e deságue nos confins da eternidade que habita em ti.
Ala-te ao Invisível
e siga o sopro vivo que virá.
R.Braga Herculano.
OMEGA
I
Quem te via, esplendor
hoje te procura em cinzas
hoje sem querer te respira
sua inércia seca e lentamente espalhafatosa
homogeneizando com carbono de fábricas
com cigarros de palha
com canos de descarga
com vapores de enxofre
com estilhaços de ferro
com pólvora quente
que a sangue frio é lançada.
O corpo é a decadência
a luz dos olhos, o marfim do corpo
o ouro dos fios de cabelo
os espelhos e coisa e tal
assassinaram Narciso
por ser poço de vaidade
sendo assim é homem raso
um vaso de terra e sementes murchas
que se lança ao chão não há mais o que ser.
II
Entrevando os velhos viram sábios
a dor de ser mortal é sinal
que aprenderam a lição
olhe as nuvens, lá está o certificado.
Nada mais aqui importa
tudo é tão destrutível
pela água, pelo fogo, pelo ar
pelas traças, terremotos
pelas metástases e loucuras.
Lubrificados, os jovens são tão flexíveis
isso é tão arriscado
porque o tempo não é bem síncrono ao físico
eu vi tísicos enterrando atletas.
Tudo é tão desreticente
o constante é o por enquanto
mas não creio no apagão
só que as mutações existem
desritmadas e turvas manhãs quando muito choram
partejam tardes de sol
e se alegram com o que ha de mais colorizado ao firmamento
e as pessoas acham tão diferente
embora não seja uma só vez na vida
que há de acontecer.
E os ventos desfolham os calendários levando embora folha por folha
e brincam de abrir e fechar templos rústicos
brincam de ser músicos com ecos de abóbadas e sons de folhas secas.
III
Mesmo assim vou seguir
os dias que seguirão avante
o que posso pensar
é que pensar demais não é tão bom assim.
E na praça do enquanto
de mãos pretas de carvão
as crianças desenham flores.
R.Braga Herculano.
Quem te via, esplendor
hoje te procura em cinzas
hoje sem querer te respira
sua inércia seca e lentamente espalhafatosa
homogeneizando com carbono de fábricas
com cigarros de palha
com canos de descarga
com vapores de enxofre
com estilhaços de ferro
com pólvora quente
que a sangue frio é lançada.
O corpo é a decadência
a luz dos olhos, o marfim do corpo
o ouro dos fios de cabelo
os espelhos e coisa e tal
assassinaram Narciso
por ser poço de vaidade
sendo assim é homem raso
um vaso de terra e sementes murchas
que se lança ao chão não há mais o que ser.
II
Entrevando os velhos viram sábios
a dor de ser mortal é sinal
que aprenderam a lição
olhe as nuvens, lá está o certificado.
Nada mais aqui importa
tudo é tão destrutível
pela água, pelo fogo, pelo ar
pelas traças, terremotos
pelas metástases e loucuras.
Lubrificados, os jovens são tão flexíveis
isso é tão arriscado
porque o tempo não é bem síncrono ao físico
eu vi tísicos enterrando atletas.
Tudo é tão desreticente
o constante é o por enquanto
mas não creio no apagão
só que as mutações existem
desritmadas e turvas manhãs quando muito choram
partejam tardes de sol
e se alegram com o que ha de mais colorizado ao firmamento
e as pessoas acham tão diferente
embora não seja uma só vez na vida
que há de acontecer.
E os ventos desfolham os calendários levando embora folha por folha
e brincam de abrir e fechar templos rústicos
brincam de ser músicos com ecos de abóbadas e sons de folhas secas.
III
Mesmo assim vou seguir
os dias que seguirão avante
o que posso pensar
é que pensar demais não é tão bom assim.
E na praça do enquanto
de mãos pretas de carvão
as crianças desenham flores.
R.Braga Herculano.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
VEZ
Quem me tomar a deixa
que trove a esperança
que profetize aquilo
que sempre queremos ouvir e viver.
R.Braga Herculano.
que trove a esperança
que profetize aquilo
que sempre queremos ouvir e viver.
R.Braga Herculano.
GOOD MORN'
Fios de café
Aroma
Matina
Riscos avulsos, transparentes, espalhados
misturados de dourados
pastéis
crayons
são tons
veludos.
Abraços
Vazios.
Longínquo
o pensamento como rede vai pescar
o que está ali atrás
do sol
das serras.
Repente
distração
acaso
futuro
que chega
o escorregão que demos na escadaria do tempo
e demos de cara com um dia novo
de novo.
R.Braga Herculano.
Aroma
Matina
Riscos avulsos, transparentes, espalhados
misturados de dourados
pastéis
crayons
são tons
veludos.
Abraços
Vazios.
Longínquo
o pensamento como rede vai pescar
o que está ali atrás
do sol
das serras.
Repente
distração
acaso
futuro
que chega
o escorregão que demos na escadaria do tempo
e demos de cara com um dia novo
de novo.
R.Braga Herculano.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
ESTRELA DA MANHÃ
Uma estrela teimosa não quer limpar a abóbada azul
estrela temporã.
Quero despregar os olhos do despertador
os leds vermelhos me afugentam do sonho: Já é de manhã.
E vou
na veludez da calmaria que é a solidão
agridoce e instigante
nada vezes nada vã
e no afã pelo novo eu vou
e a estrela ainda lá...
E vou
na lucidez de um novo dia
que é o que fazem todos os vivos
e no afã pelo novo eu vou
e no afã pelo novo eu tenho tenho de ir
e a estrela ainda lá...
R.Braga Herculano.
estrela temporã.
Quero despregar os olhos do despertador
os leds vermelhos me afugentam do sonho: Já é de manhã.
E vou
na veludez da calmaria que é a solidão
agridoce e instigante
nada vezes nada vã
e no afã pelo novo eu vou
e a estrela ainda lá...
E vou
na lucidez de um novo dia
que é o que fazem todos os vivos
e no afã pelo novo eu vou
e no afã pelo novo eu tenho tenho de ir
e a estrela ainda lá...
R.Braga Herculano.
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